If it is not fun,

it is not sustainable.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O encontro da pele desfrutado por mim
espiritualidade a dois
Nosso silêncio é envolto pelas crianças que
estão no mesmo ambiente depois do nosso amor
 A divindade do sexo quando se quer o outro como ele é
 
Seus talentos, seus potenciais
sua voz rouca junto com minhas insatisfações

Dou de cara com teu pudor diário.

Enfrentas minha inconsciente rigidez ,
te dói tantas coisas que não sei...

Me dói nossa impossibilidade de ver o paraíso que é o outro.

Meu paraíso:
Tudo,
todos,
nós,
eu
e
tu
inteiros
 todas nossas imperfeições entre olhares e risos.
portas e janelas abertas para os medos entrarem e saírem
Nós,
corpos,
casa
a transformação de tudo.

A falta da tua atitude
a falta do meu silêncio

 A luz que envolve meu querer
é a capacidade de tudo nascer, acontecer e morrer.
 inclusive e principalmente o mesmo
mais do mesmo.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Foi logo que a pedagogia surgiu no meu caminho que eu descobri a arte existente na palavra “ferramenta”. Foi então que ampliei minha imaginação para a possibilidade de criação material ou metodológica que são necessárias para exercer o trabalho como educadora. Além de descobrir a capacidade que as crianças têm, desde muito pequenos, em lidar com martelos, serrotes, alicates e facas sem se machucar, percebi que o meu emocional adulto faz parte dessa destreza dos pequenos com as ferramentas, ancorar a confiança era necessário para que eles também se sentissem seguros do que faziam. Assim tomados os pequenos cuidados, para que a euforia das muitas possibilidades não trouxesse o caos, deixo-os brincar livres com ferramentas ditas perigosas e eles saem da atividade acreditando muito mais em si e seus potenciais.

Deixei-me envolver pela mágica das danças circulares, das histórias contatas e dos abraços e beijos que não podem faltar entre educandos e educadores. È essa mágica existente onde também repousa a tolerância e o limite certo, que cresce dentro da criança a admiração e o respeito pelo educador.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Acalmar os sentimentos não é uma forma de contê-los?
e por Quê não expressar algo que eu contenho?

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Para Ariel

Sobressai,
quase que não na medida certa.

Empurra minha base diariamente,

escala minhas costelas feito degraus que elevam ao céu.

ás vezes, senta nos meus ombros e fita o abismo infinito das costas ereta

mas logo sai voando ao pé dos nossos ouvidos frutíferos

onde a abundância é garantida.


Ao meio dia permanece nas minhas pernas,

querendo segui-lo para ama-lo também sem a sensação de nós dois.


Longe, ele está nas palmas das mãos.

Manuseio meu dia acreditando que ele possa ser o maior poema escrito por mim.


Ao nosso desejo, 10 dedos juntos é pouso livre.


Movimento conquistado por nós.

E ele sempre chega pássaro cantarolante de suas aventuras por mundos e percepções novas.

E toda noite,

sai entre meus pensamentos uma sensação de quando criança:


Tudo é AMOR.




quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Rascunhos...

E os cavalos
podem ser dragões.
A mais bela visão da alegria
é a lembrança de uma sensação
que se quer ter agora.
E o agora pode ser tanta coisa.
Ontem fui ver um filme chamado O Coração Bom,
A reviravolta da vida por meio de uma tragédia.
O agora não tem nada pra se preocupar.
Vive assobiando nas esquinas e cumprimenta com graça tímidas donzelas.
Talvez se não nos preocupássemos em "ser alguém",
seríamos o que a gente puramente gostaríamos de ser:
Felizes presentes do agora.
Presentearíamos uns aos outros todos os dias.
sem mais "ses",
nada seria mais importante do que assobiar nas esquinas e vivenciar o crescimento das crianças.
Afinal a tragédia real não precisa acontecer... ela já está acontecendo.
Acorda,
O café está pronto
e o pão tá quentinho e cheiroso
em cima da mesa.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Salve Belchior... ou coisa parecida

NA HORA DO ALMOÇO

No centro da sala,
diante da mesa,
no fundo do prato,
comida e tristeza.
A gente se olha,
se toca e se cala
E se desentende
no instante em que fala.

Cada um guarda mais o seu segredo,
sua mão fechada
sua boca aberta
seu peito deserto,
sua mão parada,
lacrada,
selada,
molhada de medo.

Pai na cabeceira: É hora do almoço.
Minha mãe me chama: É hora do almoço.
Minha irmã mais nova, negra cabeleira...
Minha avó me chama: É hora do almoço.

... E eu inda sou bem moço
pra tanta tristeza.
Deixemos de coisas,
cuidemos da vida,
senão chega a morte
ou coisa parecida,
e nos arrasta moço
sem ter visto a vida
ou coisa parecida aparecida

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sinto uma tristeza
por não saber mais o que escrever
e por estar tudo bem
e também confuso.
Vai passar.
De qualquer maneira deixo a dica de Joanna Newsome.
Youtubem-a.

http://www.youtube.com/watch?v=yW8zvWdxCHg&NR=1